segunda-feira, 6 de agosto de 2007

MODA! lol

A moda nos anos 1920

Nessa época, a moda já estava livre dos espartilhos do século XIX. As saias já mostram mais as pernas e o colo. Na maquiagem, a tendência era o batom. A boca era carmim, em forma de coração. A maquiagem era forte nos olhos. As sobrancelhas eram tiradas e o risco pintado a lápis. A tendência era ter a pele bem branca.

Moda de 1925

Foi a época de Hollywood em alta, e a maioria dos grandes estilistas da época, como Coco Chanel e Jean Patou, criaram roupas para grandes estrelas.

Foi uma década de prosperidade e liberdade, animada pelo som das jazz-bands e pelo charme das melindrosas, as mulheres modernas da época, que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamadaEra do Jazz.

A silhueta dos anos 20 era tubular, os vestidos eram mais curtos, leves e elegantes, com braços e costas à mostra. O tecido predominante era a seda. Os novos modelos facilitavam os movimentos frenéticos exigidos pelo Charleston - dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias-calças eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso de dia. O modelo mais popular era o "cloche", enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos. A mulher sensual era aquela sem curvas, sem seios e com quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.

A sociedade dos anos 20, além da ópera ou do teatro, também freqüentava os cinematógrafos, que exibiam os filmes de Hollywood e seus astros. As mulheres copiavam as roupas e os trejeitos das atrizes famosas. A cantora e dançarina Josephin Baker também provocava agitação em suas apresentações, sempre em trajes ousados.

Em 1927, Jacques Doucet, figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres - um verdadeiro escândalo aos mais conservadores. Foi a época da estilista Coco Chanel, com seus cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos. Durante toda a década Chanel lançou uma nova moda após a outra, sempre com muito sucesso.

1920: Paris ainda é a capital da moda. Mudanças profundas entre o mundo de antes e o mundo do pós guerra. Os corpos mudam, os corações também. As mulheres estão mais magras e bronzeadas, os homens perdem a barba e o bigode sob o efeito do aparelho de barbear, popularizado GILLETTE. As roupas são mais simples e flexíveis, facilitando a prática de esportes. As carruagens com seus equipamentos dão lugar aos automóveis, os cabelos são cortados curtos e os vestidos diminuem seu comprimento.

ESTILO DE ÉPOCA: MILINDROSAS E COM ESTILO ANDRÓGENO. As mulheres copiam as roupas masculinas. É o movimento FEMINISTA que rompe com os costumes tradicionais. A mulher pelo seu espaço e sua igualdade junto aos homens.

1930: A beleza feminina volta aos cânones neoclássicos. A mulher passa a usar sutiã e um tipo de cinta ou espartilho flexível. Depois da onda feminista de 1920, em que as mulheres usavam pijamas a fim de se afirmarem como "mulheres livres", retorna a camisola e as roupas vaporosas disseram história no cinema hollywoodiano.

1940: Década de 40 foi a época de reinado dos chapeleiros. O chapéu lança um desafio ao rigor dos tempos. De todas as formas, desde os turbantes aos engenhosos voilettes ( véus usados nos chapéus ) a fim de dar um ar de novidade a toaletes que definham a falta de renovação. Na Europa é época da reciclagem de peças antigas e dos cupons de racionamento.

1920 – 1929 - A década é marcada pela audácia e pela busca da emancipação feminina. O tipo de mulher a lá garçonne desponta, com cabelos curtos e fumando em público. O estilo Art Decó inspira móveis, objetos, jóias e também a moda. As saias chegam aos joelhos, a magreza andrógina está em alta. Louise Brooks inspira o corte do cabelo reto bem acima da linha da sobrancelha. Na maquiagem, blush nas faces e cílios muito curvados.

1930 – 1939 - A mulher deve ser magra, mas não masculinizada. Na cabeça, gorros, chapéus redondos ou em forma de sino e prato são usados para a frente. A maquiagem adquire aspecto individual, em formatos de escultura clássica: sobrancelhas reduzidas e arqueadas, às vezes totalmente depiladas. Rímel, pestanas falsas e vaselina para dar brilho à maquiagem dos olhos, rouge nas faces, lábios desenhados, destacando a parte superior. Desaparecem os cabelos capacete e as franjas, os cabelos voltam a crescer e são usados em ondas, preferencialmente na cor loura.

1940 – 1949 - Segunda Guerra Mundial. Entre 41 e 45, as roupas austeras tornam-se um pouco mais militares. Cabelos e maquiagem também são influenciados pela guerra. A forma das sobrancelhas é levemente curva e discreta. A boca é o mais importante, bastante maquilada. Nos filmes, usa-se cabelos compridos. A estrela é Verônica Lake, com uma cabeleira loura, abaixo dos ombros e ligeiramente ondulada, dando o glamour que compensa a falta de pele e jóias.

Na década de 1920, ao sabor do modernismo e do crescimento econômico dos barões do café, os gostos eram profundamente identificados com a corte européia e dela copiados. Em 1927 ocorreu o primeiro desfile promovido por uma loja, a Mappin Stores, que se destacava por vender mercadorias importadas para a elite paulistana.

A bonança da década de 1920 foi interrompida em seu final, com a quebra da Bolsa de Valores de Nova York, que arrastou junto consigo os barões brasileiros do café. Mesmo assim, a moda brasileira continuou a crescer durante a década de 30: viu surgir Mena Fiala, a primeira estilista brasileira, que fazia adaptações dos modelos europeus ao clima brasileiro, e a loja de Madame Rosita, no centro de São Paulo. Ao mesmo tempo, as revistas européias ganhavam suas edições brasileiras. Na década seguinte, o look de Carmem Miranda apresentou ao mundo o charme latino-americano, e a 2ª Guerra Mundial provocou o desenvolvimento da indústria brasileira têxtil e de confecções.

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